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escrito por:
Karla Gondim

publicado em:
18 nov 2020

Gamificação: 8 erros mais comuns das empresas

A aplicação da gamificação em ambientes de trabalho e educação têm ganhado força a cada dia.

Está cada vez mais comprovado que o uso de elementos de jogos auxilia num melhor entendimento e engajamento do usuário na atividade para chegar ao objetivo final com maior aproveitamento.

Entretanto, algumas empresas podem ainda não ter entendido muito bem o conceito da gamificação. Por isso, acabam cometendo alguns erros que se tornam comuns.

Pensando nisso, fizemos uma lista com esses principais equívocos cometidos na implantação da gamificação. Vamos ver como evitá-los e entender como utilizar essa poderosa ferramenta com sucesso.

Alerta: esta lista contém erros que devem ser evitados

A gamificação deve ser uma aliada importante ao desenvolvimento e aprendizado. É uma solução inovadora e deve ser estudada a fundo para evitar erros comuns, como os apresentados na lista a seguir.

1. Uso da gamificação como diversão

O primeiro erro cometido é o uso da gamificação como ferramenta de diversão.

Aliás, o pensamento da aplicação apenas por diversão acaba tirando a credibilidade e toda a força que a ferramenta possui.

Os elementos de jogos no ambiente de trabalho servem para agregar dinâmica às tarefas, além de motivar a engajar equipes em um objetivo maior: o aprendizado.

2. Fazer parte de um todo

A gamificação deve estar inserida em uma estratégia maior. A ferramenta deve ser integrada com as demais ações de uma organização.

Desta forma, o objetivo fica mais claro para todos e o aprendizado faz mais sentido. Por fim, as equipes se tornam mais harmônicas e trabalham em maior sintonia, quando se enxergam parte de um todo.

3. Envolvimento da gestão

Outro erro comum é de aplicar a gamificação apenas para níveis operacionais.

Quando isso acontece, líderes e gestores passam a ter uma visão equivocada sobre a eficácia da estratégia. Por falta de conhecimento da ferramenta, acreditam que seus liderados estão perdendo tempo com distrações e diminuindo a produtividade.

Isso certamente causará impactos nos resultados e na visão coletiva sobre os reais benefícios da gamificação. 

4. Falta de um objetivo concreto

Como dissemos no início do texto, a gamificação tem sim dado bons resultados para quem utiliza dela. Contudo, é preciso ter um objetivo claro para a sua implementação.

Apenas surfar na onda e mostrar-se como uma empresa inovadora, não é o caminho.

A gamificação é útil e traz resultados quando o problema foi identificado. Ou seja, ela serve para minimizar dificuldades como falta de produtividade, engajamento ou motivação, por exemplo.

5. Vencer, vencer, vencer

Vale lembrar: o objetivo da gamificação não é fomentar a competitividade agressiva no ambiente de trabalho.

A ferramenta é sobre aprendizado. É sobre evolução de práticas e processos. Todo elemento ou objetivo proposto é para treinar melhorias em pontos deficientes da organização.

Logo, não é sobre quem aprende melhor ou mais rápido, e sim sobre aprender a aplicar com excelência no dia a dia.

6. Monitoramento de dados

Uma vez contratada, a plataforma de gamificação deve ser explorada ao máximo, coisa que muitas empresas não fazem.

A cada tarefa, várias métricas são geradas para a gerência. Desta forma, é possível mensurar o desempenho de cada jogador.

Ainda mais, com essas informações em mãos é possível oferecer feedbacks instantâneos, melhorando a comunicação e engajamento dos participantes.

7. Apresentação da estratégia

Para que a gamificação faça sentido e tenha os resultados esperados, é preciso apresentar a estratégia para toda a organização.

Assim, todos terão conhecimento sobre a ferramenta, qual o objetivo dela e quais impactos esperados com o desenvolvimento das atividades.

Isso gera mais empatia pela novidade e aumenta o nível de engajamento.

8. Distribuição de recompensas

Um dos elementos mais conhecidos dos jogos é a recompensa.

É esperado que um bom desempenho seja recompensado, bem avaliado. Contudo, um erro muito comum é o uso demasiado de gratificações durante o jogo.

Na gamificação, a estratégia de recompensas deve ser muito bem pensada e distribuída na proporção exata da performance do usuário.

O uso excessivo de recompensas diminui o engajamento e o nível de esforço na participação das atividades.

DICA BÔNUS: Avalie bem o fornecedor

Vimos aqui que, para implementar a gamificação, é preciso evitar alguns erros comuns que podem acabar com a estratégia antes mesmo do jogo começar.

A gamificação precisa ser desenvolvida com atenção e estratégia. Por isso, ter um bom fornecedor para implementar esta inovação em empresas é fundamental para não gastar vidas à toa e ter problemas com o chefão lá na frente.

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